O feitio da difícil arte do indizível no capitalismo – Willy Corrêa de Oliveira
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Descrição
Neste ensaio, em quatro movimentos, lembrando uma peça musical, Willy Corrêa reflete sobre a arte, o artista e a política. Qual é a função da Arte num mundo cada vez mais fascista? Qual é o compromisso do artista? Como se dá a relação entre arte e política? Willly, ao buscar entender essas questões, elabora um interessante diálogo poético-musical entre o compositor Anton Webern, que viveu parte de sua existência sob o regime nazista, e o poeta Paul Cellan, cujos pais morreram em um campo de concentração. No diálogo entram também dois poetas estado-unidenses, George Oppen e Carl Rakosi.E, por fim, o compositor Arnold Schomberg também participa desse canto de múltiplas vozes, onde Willy Corrêa reflete sobre a criação artística feita sob o império do lucro e da morte, em um diálogo polifônico entre sons e palavras, sempre marcado por sua visão marxista revolucionária e pela referência a vários autores, como Walter Benjamin. Ensaio inquietante, instigante e atualíssimo.

ISBN 978-65-84911-26-0


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